27 nov/14

Zelia Duncan e Zeca Baleiro lançam single digital

postado por Diogo Branco

Desde o início de 2014, Zeca Baleiro e Zelia Duncan se reunem em excelentes shows realizados nas grandes capitais do país. A parceria se estendeu para além dos palcos e, recentemente, uma das três músicas compostas pela dupla ganhou registro fonográfico em single digital. A canção- Fox Baiano - já está disponível para compra e / ou audição em todas as plataformas digitais.



Nos shows, a dupla interpreta muitas canções de outros artistas, como Roberto e Erasmo Carlos, Rita Lee e Antonio Carlos e Jocafi, mas as composições feitas pela própria dupla chamam a atenção pelo inedisitmo de muita qualidade, dentre elas, Museu Íntimo, Escancarado e Fox Baiano (que pode ser escutada abaixo)



O show da dupla também está disponível na íntegra no Youtube.



Diogo Branco é farofeiro e apaixonado por música.

26 nov/14

Livro "Adorável Pecadora" - Promoção de Natal

postado por Juliana Sfair



" Estou sozinha quando escrevo, no puro silêncio. Qualquer barulho tira a minha concentração, não posso me perder do agora que demorou a chegar ".

[ Juliana Sfair ]


20 nov/14

Iorc canta sucesso de Gal e disponibiliza na web

postado por Diogo Branco

O que te dá sorte na vida?
Amor? Filhos? Amigos? Família? 

*


É isso que Tiago Iorc, cantor e compositor brasiliense questionou ao regravar um dos maiores sucessos na voz de Gal Costa, "Sorte"
A canção, gravada por Gal em 1985 no álbum Bem Bom, já foi bastante regravada, remasterizada, e pode ser ouvida hoje em diversas versões e arranjos.



Tiago começou a cantar
Sorte nos shows feitos após o lançamento de seu terceiro álbum, Zeski, e logo depois disponibilizou um clipe que foi totalmente criado com ajuda dos fãs. O vídeo da canção em parceria com DeepLick foi produzida com imagens e pequenos vídeos inspirados na letra, divulgados no Instagram por usuários de todo o Brasil e até de outros países (como Iorc viveu parte de sua juventude entre Inglaterra e Estados Unidos, conquistou muitos fãs do exterior também). A edição do clipe foi feita pelo próprio cantor.



Este mês, o single da canção foi disponibilizado em várias plataformas digitais, de maneira independente, basta clicar abaixo:

iTunes I Deezer I Spotify




Diogo Branco é farofeiro e apaixonado por música.

19 nov/14

Dica Cultural do Farofa - Espetáculo de Humor

postado por Juliana Sfair

Espetáculo de humor e música reúne Chico Lorota e Orquestra de Violas Rio Pardo


O humorista ribeirãopretano Roberto Edson, criador do personagem Chico Lorota, apresenta-se no próximo dia 21 de novembro, às 20 horas, no Teatro Santarosa, no mesmo palco que a Orquestra de Violas Rio Pardo, em um espetáculo inédito que mistura música e humor.


Além de brincar e interagir com o público, Chico Lorota será o mestre de cerimônia da Orquestra de Violas Rio Pardo que será regida pelo maestro Cassio Fonseca interpretando clássicos da música sertaneja.

A orquestra , originária de Jardinópolis, é formada por 17 músicos sendo 10 violeiros, 6 violonistas e 1 percussionista.
Antes dos espetáculo a partir das 19h30, haverá um coquetel de comidas típicas para recepcionar os presentes.

Os ingressos antecipados e meia entrada custam R$ 30,00 e a compra no momento do espetáculo será de R$60,00.

O teatro Santarosa fica na praça Rotary clube,325, City ribeirão.
Maiores informações:
Guilherme Damião 99291-2992 - Cristiano lelé 99961-5118 e Guilherme Radel 99141-8131.

18 nov/14

Tudo ficará

postado por Juliana Sfair

 Sexta-Feira e eu aqui lendo textos reflexivos abraçada pela luz do abajur, meu fiel companheiro de angustias existenciais.
A morte virá tão silenciosa quanto a madrugada. Minha única saída é seduzi-la o máximo de tempo possível, fazer com que ela caia na minha graça e esqueça-se da sua missão.
E usar o tempo a meu favor, o tempo que resta. O tempo que sopra a cada amanhecer.
Você já pensou na morte? Tudo ficará; os perfumes, as blusas, os saltos, as jóias, livros.
Depois disso, seremos cinzas.
Eu preciso consumir essa vida ao máximo e nessa estrada encontrar talvez uma fórmula mágica que me faça ser imortal.
Enterraremos entes queridos e ficaremos esperando atentos ou não a nossa vez.
Tudo vai passar de um jeito ou de outro. Nós precisamos é não deixar que o dia a dia sufoque nossa essência.
Quanto tempo você não para e ouve sua respiração no silêncio?
É que tudo embala, tudo consome, desgasta e quando você se dá conta, pronto: já foi o ano.
Nada de afobação, nada de ansiedades que não são nossas. Isso só enfraquece o espírito. Custa tranquilizar a mente, custa harmonizar o ambiente. Custa saber que vamos morrer.
O que fazemos de bom é encontrar soluções imediatas para o que ainda resta. O que não tem solução, nós esperamos com chá e muita, mas muita sensatez.
 

[ Juliana Sfair ]

17 nov/14

Interstellar - Crítica de filme

postado por Mateus Barbassa

“Interstellar” é um filme terreno, sobre sentimentos humanos, sobre o tempo e nossa relação com ele, sobre saudade...



O que alicerça e sustenta toda a obra não são os efeitos especiais e nem a trama aparentemente intricada. NÃO. O que segura e engrandece o filme são as relações de afeto existentes entre os personagens. Esqueçam toda a teoria. Todo o blá blá blá “noliano”. Que nada! “Interstellar” é uma fábula contemporânea. É um “Chapeuzinho Vermelho” atualizado. E Nolan sabiamente nos conta a história dessa humanidade falhada, dessa nossa extrema solidão. Todos aqueles personagens são solitários e buscam desesperadamente encontrar algo ou alguém que suplante essa sensação. Mas há o tempo e o que tiver que acontecer, acontecerá. Não há saída aparente ou fácil. É preciso mergulhar no buraco negro de nossas emoções mais contraditórias, mais ambíguas para quem sabe dali extrair alguma resposta palpável. Daí que o filme é uma metáfora, uma poderosa metáfora.

Outro ponto que considero bastante interessante no filme é a abordagem do “herói”, “aquele que vem para salvar o mundo”. Repare que todos eles são figuras tristes, trágicas, não sorriem e vivem uma vida miserável. Por quê? A figura do Professor Brand é a resposta. Seu desejo de salvar o mundo é muito mais um alimento para o seu ego gigantesco do que um desejo real. E assim o mundo segue, conhecendo vários “salvadores” e continuando “perdido”. Mas eu me pergunto: O mundo precisa realmente de salvação? Eis o ponto-chave para entendimento do filme. NÃO. O mundo não precisa ser salvo. Mas sim o indivíduo. E essa personificação ganha contornos claros através da personagem Murphy. Ela não quer salvar o mundo. Ela quer apenas o seu pai fique. Ou quando ele parte numa jornada quase utópica, ela quer tê-lo de volta. E seu desejo é muito mais sincero, muito mais autêntico do que de todos os outros personagens. 



Ela não proclama nada. Não levanta bandeira. Ela simplesmente é. Esse é o seu diferencial. E é ai que ela se salva. E é ai que a epifania acontece e o mundo também pode ser salvo. Autenticidade. Esse é o diferencial de Murphy. Enquanto todos mentem, ela é cruelmente sincera, quase egoísta... mas ali há o lampejo de algo novo. A mensagem final pode até parecer brega ou piegas. Mas não. Não. E não. O amor nada tem a ver com esse sentimento para vender livros, filmes e dvds. Pelo contrário. O amor é a única possibilidade real de contato consigo mesmo e somente esse mergulho é capaz de produzir empatia, uma troca real entre alteridades radicais. A epifania não acontecerá em mim, muito menos no outro. Mas na intersecção. E essa relação só acontece quando há troca, compartilhamento, entrega... pois é preciso que fique claro: Só acredita na mentira quem está mentindo também. Daí que o Professor está mentindo... Brand também está mentindo, pois suas reais intenções são bem outras e isso fica explicitado lá pelas tantas no filme... Cooper também mente, ele quer mesmo salvar o mundo ou está apenas entediado como sua vidinha de fazendeiro?



 
Ao final das contas, a personagem Murphy não “salva” apenas o mundo. Salva também o filme de Nolan de ser uma catástrofe.

PS: Importante salientar também a excelente atuação de Matthew McConaughey, Anne Hathaway,  Jessica Chastain e Mackenzie Foy. Seria injusto não citá-los aqui.

PS 2: Pra quem gostou de “Interstellar” indico o primeiro filme dirigido por Nolan: “Following” que é excepcional !!!


Mateus Barbassa é ator, diretor teatral e crítico de cinema


13 nov/14

SESC apresenta Performance Corpo e Só com Rony Leão

postado por Diogo Branco

"Tudo o que o meu coração me diz, minha alma responde dançando."
Isso é o que garante o laureado bailarino ribeirão-pretano Rony Leão, que, aos 23 anos, não esperava chegar tão longe. Rony já se apresntou em dezenas de espetáculos e, recentemente, integrou um seleto grupo do projeto Biblioteca do Corpo, onde teve a oportunidade de dançar pela primeira vez no exterior. Seja onde estiver, o incontestável transparece aos olhos do público: sua alma continua dançando. E muito bem.



Na próxima sexta (14), Rony se apresenta no SESC aqui em Ribeirão, no projeto Performance Corpo e Só, baseado nas experiências que os anos de carreira artística lhe proporcionaram. A dança contemporânea, que sempre fez parte do currículo do bailarino, será a grande atração da noite.
Imperdível.


*SERVIÇO:
Performance Corpo e Só

Data: 14/11 (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: SESC Ribeirão Preto (Área de Convivência)
Endereço: Rua Tibiriçá, 50 - Centro
Gratuito

13 nov/14

Casuarina nos passos de Caymmi

postado por Diogo Branco

Ninguém cantou a Bahia como Dorival Caymmi.
Ele cantou seu povo, sua cor, seu mar, os pescadores, sua cultura, e sua comida.
Consagrado cantor, compositor, e violonista brasileiro, Caymmi faria este ano 100 anos de idade, e por isso recebeu homenagens vindas de vários cantos do país. O grupo carioca Casuarina resolveu homenageá-lo com um álbum dedicado a ele,  "No Passo de Caymmi"




Engana-se quem pensa que é fácil seguir os passos de Caymmi. Apesar de aparentarem simplicidade, suas canções exigem mais do que a afinação de seus intérpretes. Exigem também a entrega e a submersão em seu vasto e sempre presente mar. Casuarina lança o CD homônimo ao show que já vem acontecendo desde maio deste ano, e muito bem recebido pelo público.

*

Repleto de clássicos do repertório do compositor baiano como É doce morrer no mar ( 1941),  Saudade de Itapoã (1959) Lá vem a baiana (1947) e Peguei um Ita no Norte (1945), o CD representa toda a atemporalidade de suas canções, gravadas há muito tempo, e muito atuais.
O álbum reúne 18 canções marcantes de todas as fases da carreira de Caymmi. São elas:

1. Suíte dos pescadores (1957)
2. Você já foi à Bahia? (1941)
3. Peguei um ita no Norte (1945)
4. Saudade da Bahia (1957)
5. Dora (1945)
6. Maricotinha (1994)
7. É doce morrer no mar (1941) - com Jorge Amado
8. Lá vem a baiana (1947) / O que é que a baiana tem? (1939)
9. Requebre que eu dou um doce (1941)
10. João Valentão (1953)
11. Oração de Mãe Menininha (1972)
12. Saudade de Itapoã (1948)
13. Marina (1947)
14. Só louco (1955)
15. A vizinha do lado (1946)
16. O bem do mar (1954)
17. Sábado em Copacabana (1951)
18. Maracangalha (1956)

O álbum completo está disponível no site Deezer, e você confere clicando aqui:
Deezer




Diogo Branco é farofeiro e apaixonado por música.

12 nov/14

Ouça o som do Universo

postado por Gabriela Yamada

Fico em silêncio e percebo que o Universo é regido por uma só música. Tudo se movimenta com o único propósito de evolução e é como se o Grande Maestro estivesse aqui, ali, em todos os lugares ao mesmo tempo, conduzindo uma orquestra rumo à ascensão. Enquanto pisamos na Terra, somos levados a vivenciar diversas experiências para que isso ocorra. Mas chega um momento em que estas experiências -- conhecer pessoas, viajar, estudar, passear, ler, andar, comer, brigar, namorar, casar -- já não nos bastam mais. Buscamos sempre mais do mesmo até percebermos que precisamos fazer o caminho de volta a quem realmente somos. E então, começamos a ouvir a música que rege o Universo.
 
A música é um grande fluir. Você se rende a ela, e ela se rende a você. Você flui com o Universo, e ele flui com você.
 
Tudo começa a se encaixar e a fazer sentido. Mas para ouvir a música e dançar com o Universo é preciso mais que vontade. É preciso entrega. E quando digo entrega, estou me referindo a perda do controle. É aqui que você reconhece quem, de fato, está a fim de se elevar ouvindo o som do Universo ou permanecer estagnado e preso a si mesmo.
 
Não é errado não querer perder o controle. Não é errado querer continuar vivendo a mesma vida de sempre. Até porque o próprio Universo coloca, no caminho de todos nós, o que precisamos para ascensionarmos. No fim, você responde é para a sua própria Consciência quando decide ignorar o fluir.
 
Dói perder o controle. Dói perder as certezas. Certeza de um salário no final do mês, certeza de que os filhos estarão seguros, certeza de que o aluguel será pago. Mas muito mais dolorido é quando você percebe que nada disso é real: o controle também é ilusório. A falsa sensação de que temos controle de algo ou alguém é o que nos faz sofrer e ficar surdos para o fluir universal.
 
Você não tem controle sobre seu parceiro. Ele pode não se relacionar sexualmente com outras pessoas, mas é impossível controlar o que ele pensa ou fantasia a respeito delas. Você não tem controle sobre seus filhos: eles terão, sim, as experiências que precisam ter para evoluir, quer você queira ou não. Você não tem controle nem sobre o seu emprego. Quem garante que estará empregado até o final do dia? E quem garante que as contas serão pagas?
 
Ouvindo o som do Universo, pedi demissão e fiquei um ano desempregada. Estava com uma bebê recém-nascida e morava numa casa onde o aluguel custava R$ 2.500. Me entreguei ao fluir e tudo aconteceu. Nada nos faltou. O aluguel foi pago, todos os meses, sem atraso. Muito além da abundância material, percebi o que significa ser rica espiritualmente. E comecei a fazer o meu caminho de volta.
 
Mas esta entrega é constante e tem de ser feita a todo segundo. Cada movimento, cada palavra dita, devem ser fruto do fluir -- senão, não são verdadeiros. E só conseguirmos ser verdadeiramente honestos conosco e com os demais quando agimos conforme rege o Universo. 
 
Caso contrário, cada movimento e cada frase são puramente sombras de nós mesmos.
E sabe? Ser apenas sombra um dia cansa.


Gabriela Yamada  
Jornalista, escritora e, às quartas, farofeira também.

 

11 nov/14

Chorobossambando

postado por Diogo Branco

O choro em Ribeirão é contemplado hoje com um grande espetáculo.

O bandolinista e professor Tiago Santos apresenta seu show
"Chorobossambando'', um show de música brasileira instrumental que reúne gêneros e estilos como o choro, samba, jazz, baião, frevo, entre outros, com releituras de compositores notáveis do cenário brasileiro e internacional como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Hermeto Paschoal, além de composições próprias do Tiago.
O músico, que lançou o disco homônimo no ano passado, garante que esta será uma boa oportunidade do público se aproximar desse estilo musical que é pouco valorizado pelas grandes mídias.





Nesse show Tiago Santos será acompanhado por Marcos Paulo (violão), Carlito Rodrigues (contrabaixo) e Ricardo Perez (percuteria).

Participações Especiais do Professor Newton Barbosa, Leandro Silva e dos alunos Mateus Cardoso Albuquerque e Giovane Freitas de Souza.


SERVIÇO
Chorobossambando

Data: Dia 11, terça-feira, às 20h
Local:Theatro Pedro II
Endereço: Rua Álvares Cabral, 375
Telefone: (16) 3977-8111
Os ingressos estão a venda na bilheteria do teatro, e os preços variam de R$20 (inteira) e R$10(meia).





11 nov/14

Era só uma menina

postado por Juliana Sfair

Ela queria a estrela que mais brilhava, aquele brilho forte que abria caminhos.
Um brilho de milênios.
Ela era apenas uma menina com um sonho. Uma menina perdida e com medo que gritava o tempo todo por socorro, mas ninguém ouvia.
Ninguém se importava, afinal era só uma menina, e eles queriam eram salvar suas peles.
Acho que eles nunca saberiam ter uma ESTRELA para cuidar.
Até que uma noite, a menina viu que na lua habitava um ser iluminado, e que no sonho ele disse que seria seu protetor.
E desde então, ela já não estava mais sozinha na vida. E isso foi o maior alívio da sua existência.
Palavra e louvor para todo o sempre seriam sua forma de agradecimento.
Agora a menina sozinha estava pronta para ser exibida para o mundo.
Ela tinha uma força maior que a guiava e ILUMINAVA.
 

[ Juliana Sfair ]

11 nov/14

Diogo Branco

postado por Diogo Branco



Diogo Branco
Diogo Branco

08 nov/14

Claude Monet - Vida e obra

postado por Diogo Branco

Claude Monet nasceu em Paris, embora sua família tenha se mudado para Le Hevre quando ele tinha apenas 5 anos. Foi uma mudança que teve um forte impacto em sua obra futura, já que Monet passou a infância explorando o litoral e o interior da Normandia, onde observava as rápidas transformações da luz sobre o mar e a terra, de acordo com o clima.



Em 1872 Monet pintou Impressão, nascer do sol, uma paisagem do Havre. O quadro deu origem ao nome usado para definir o movimento impressionista. A obra foi tratada com escárnio pelos críticos por causa de sua aparência inacabada.



Monet nunca perdia um tema e estava sempre em busca de pessoas e lugares que conhecia bem. Suas duas esposas serviram de modelo e o artista também se inspirou nos jardins e construções de Paris, no litoral e interior da Normandia e em seu querido jardim de Giverny. Este lugar idílico se tornou um atrativo para os amigos de Monet, por oferecer uma pausa tranquila na correria e alvoroço de Paris. Monet propagou a prática da Escola Barbizon de pintura do início do século XIX, observando o tema retratado diretamente. Os artistas da Escola Barbizon, contudo, pintavam apenas esboços preliminares ao ar livre, ao passo que Monet trabalhava predominantemente fora do estúdio, mesmo em suas telas maiores.

Monet ficou conhecido por um período como ''pintor de Nenúfares", se baseando no lago e na ponte japonesa da sua própria casa.



Em 1926, Monet foi acometido por catarata, e com isso perdeu a vontade de viver e de pintar. Houve um período de depressão, e morreu neste mesmo ano. 


Papoulas, 1873




07 nov/14

Banda do Mar se apresenta hoje em Ribeirão

postado por Diogo Branco

Toda sexta, o Farofa traz uma dica para quem quer curtir o final de semana.
A dica de hoje vai especialmente para os amantes da música alternativa moderna e autoral.


Ribeirão Preto recebe hoje a Banda do Mar, nascida de uma parceria feita pelos cantores Marcelo Camelo, Malu Magalhães e pelo baterista português Fred Ferreira.



A banda acaba de lançar um álbum que conta com o sucesso "Mais Ninguém", lançado em clipe no começo de setembro. O show será no Theatro Pedro II,  e os ingressos estão à venda na bilheteria.



SERVIÇO:
Show da Banda do Mar
Data: 07/11/14
Horário: 21h00
Local: Theatro Pedro II
Endereço: Rua Álvares Cabral, 370, Centro de Ribeirão Preto
Valor dos ingressos variam de R$40 a R$120




06 nov/14

Paula Toller apresenta seu novo álbum solo.

postado por Diogo Branco

Em nova fase, a eterna integrante-mor do grupo Kid Abelha assume-se mais roqueira e livre para experimentar.



São cinquenta e dois anos de vida, trinta e dois de carreira, e dezenas de hits ultrapassando gerações. Sem esquecer dos sucessos à frente do Kid Abelha, Paula Toller sobe aos palcos com o repertório do seu novo álbum, "Transbordada" e agrada com inconfundíveis voz e beleza.
*
"Eu estava com a vida toda mexida e decidi fazer um disco que fosse a minha cara, que mostrasse como a música me rejuvenesce, me define. Queria a energia de Fixação de volta" disse a cantora em uma entrevista disponibilizada pelo Youtube.
*
"Transbordada" é o terceiro álbum solo de Paula Toller, porém não representa o fim do grupo Kid Abelha. O grupo apresenta-se inativo por tempo indeterminado por falta de estímulo interno e externo para novas gravações, mas se apresentará eventualmente com seu consagrado repertório.



O lado roqueiro da cantora está evidenciado neste novo álbum, especialmente nas faixas OhayuMeu nome é blá, ambas produzidas numa parceria com Liminha, peça fundamental para a existência de uma sonoridade irretocável no álbum. Em outras faixas como Transbordada, Paula sugere um toque autobiográfico e expõe a temática que deu nome ao álbum: "Minha história já não cabe mais em mim / Minha alma teima em deslizar torso abaixo". Embora o material sonoro se assemelhe em alguns momentos ao já existente patrimônio criado pelo Kid Abelha, nota-se no palco uma cantora disposta a rejuvenescer cada dia mais com a felicidade de quem faz o que gosta. 
Abaixo, o repertório pop do álbum:


1. Ohayou (Paula Toller e Liminha)
2. Transbordada (Paula Toller, Liminha e Nenung)
3. Calmaí (Paula Toller e Liminha)
4. Já chegou a hora (Paula Toller e Liminha) - com Flávio Renegado
5. O sol desaparece (Paula Toller e Liminha)
6. Ele oh ele (Paula Toller e Liminha)
7. Seu nome é blá (Paula Toller e Liminha)
8. Será que eu vou me arrepender? (Paula Toller, Liminha e Arnaldo Antunes) - com Hélio Flanders
9. À deriva pela vida (Paula Toller e Beni Borja)
10. Timidos românticos (Paula Toller e Liminha)

 
O show completo de Paula Toller em "Transbordada" está disponível no Youtube, e você pode conferir abaixo:



Diogo Branco é farofeiro e apaixonado por música