31 mai/14

Fada Madrinha Criações

postado por Diogo Branco

Artistas completos não são encontrados assim, de maneira corriqueira.
Um dos grandes baratos da vida é reconhecer esse tipo de artista, que consegue criar em sua vida um elo com a arte em todas as suas formas e segmentos.Nossa querida farofeira e repórter Carol Piscitelli é uma dessas laureadas artistas, que conseguem ter uma visão artística muito privilegiada e autêntica, sempre mantendo o profissionalismo e requinte em tudo o que se propõe a fazer.
Abaixo, uma das melhores funções da Carol, representada por um trabalho que ela vem desenvolvendo há anos em sua empresa chamada "Fada Madrinha Criações".

Para conhecer melhor o trabalho desenvolvido por Carol, basta acessar http://www.fadamadrinhacriacoes.com.br , ou enviar um e-mail para fada@fadamadrinhacriacoes.com.br

26 mai/14

Valesca Popozuda no Farofa Cultural

postado por Mateus Barbassa

Valesca Popuzuda , uma das mais famosas representantes do funk feminino nacional, é a entrevistada do Farofa Cultural desta semana.
A entrevista foi feita pelo ator e diretor teatral Mateus Barbassa.

24 mai/14

Entrevista com Leo Moreira

postado por Mateus Barbassa

Leo Moreira Sá pode dizer que já viveu grandes experiências ao longo de sua vida. Ator, músico e consagrado iluminador teatral, Leo nasceu mulher, fez sucesso como baterista da banda punk rock As Mercenárias, se envolveu com drogas, foi preso, enfrentou violência, depressão e preconceito.
E mostrou ao público ribeirão pretano um pouco de sua história através de sua peça " Lou Leo".A entrevista exclusiva cedida ao Farofa Cultural foi realizada pelo diretor teatral Mateus Barbassa, e você confere abaixo:


23 mai/14

Sessão de autógrafos - Juliana Sfair

postado por Juliana Sfair

A Feira do Livro deste ano conta com a presença da escritora e farofeira Juliana Sfair.
A sessão de autógrafos do seu livro "Adorável Pecadora" será amanhã, dia 24/05, às 15:30.
Imperdível !

23 mai/14

Jean William: Lançamento do CD "Dois Atos"

postado por Diogo Branco

"Nada de grande se faz sem paixão" - Georg Hegel

Quando se anunciou que Jean William, tenor brasileiro de talento incontestável, estava preparando um disco, era natural que se pensasse que estava a caminho algo de extremo capricho e bom gosto. Afinal, quem conhece seu trabalho sabe o quanto este é feito com zelo e dedicação.
Não seria nada estranho, portanto, que fosse um CD incansável e agradável aos ouvidos de qualquer bom apreciador de música. A surpresa, porém, se dá ao momento em que as emoções transcritas em músicas nos batem à alma. Este CD não foi produzido apenas com as qualidades descritas acima, nem apenas com a técnica necessária para que um bom cantor se sinta seguro e competente no palco.
"Dois Atos" foi produzido, sobretudo, com a alma de um artista que sonhou...e chegou lá.



Mais do que um CD com grandes nomes do universo da música nacional e internacional, mais que uma grande produção audiovisual, e mais que uma voz irretocável sobre o palco. "Dois Atos", que tem a direção musical assinada por Ney Marques, surpreende e emociona a cada canção. Com a proposta ousada de criar um elo entre a música brasileira e o repertório lírico europeu, Jean  apresenta nesse disco o trabalho de um artista maduro, a começar pelo fato de estar presente em cada detalhe da produção. 



Quem me conhece sabe que eu não consigo fazer uma análise crítica negativa de uma produção musical,independente do que seja. Pelo contrário, eu sempre acho uma função da música no mundo. Me lembro de quando o pianista César Camargo Mariano disse ,numa entrevista, que preferia ficar calado quando lhe questionavam a respeito de uma obra musical sem conteúdo, mas nunca ofendia o artista. E carrego isso comigo.
Mas em situações contrárias, quando me deparo com um trabalho feito com uma alma transparecendo ao olhar do intérprete, quando me deparo com um talento que vai além do que abrange a técnica, quando noto ali um intérprete preocupado com o sentido de cada palavra saindo de sua boca, me sinto numa função muito maior  que a de apenas elogiar e enaltecer o talento do artista. O meu sentimento é o de obrigação de divulgar uma obra, nesse caso, bela e produzida no Brasil com um artista que, como tantos outros, teve fé na vida, batalhou, e conquistou. 



Jean é hoje considerado um dos maiores talentos vocais do nosso país, e não precisa mostrar seu currículo repleto de apresentações notórias em diversos países, não precisa contar sobre a quantidade de admiradores que possui, e nem precisa usar de seu passado bastante humilde para ser notado: Basta cantar. É esse seu melhor carimbo de competência vocacional, o qual ninguém consegue contestar.
Jean carrega consigo o sorriso de quem sente prazer em demonstrar a sua função no mundo: Sua voz e seu talento.
O bom é saber que existem em nosso país pessoas que conseguem o sucesso merecido. São pessoas que batalham e enfrentam um leão por dia, sabendo que a vida, mais cedo ou mais tarde, lhes retribui da maneira certa.


O lançamento oficial do CD será no dia 7 de Junho, às 21h00 no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.
Maiores informações sobre o lançamento do CD "Dois Atos" e compra de ingressos em:
http://www.auditorioibirapuera.com.br/


20 mai/14

Crítica do filme Oslo - Mateus Barbassa

postado por Mateus Barbassa



De onde vem a melancolia? A tristeza? Esse sentimento de não pertencimento?
Hoje de madrugada assisti “Oslo, 31 de Agosto” do diretor Joachim Trier e fui dormir com essas perguntas martelando minha cabeça. Sim. A arte deve nos trazer dúvidas e nunca responder nada. Caberá ao indivíduo refletir e chegar por si mesmo em alguma possível resposta ou aceitar o mistério das coisas.

O enredo do filme é bastante simples. Anders é um norueguês de 34 anos, viciado em drogas, que está internado numa clínica de recuperação. Quando o filme começa, ele está saindo da clínica por um dia. Irá numa entrevista de emprego. Tudo dentro do cronograma da clínica. O que acontecerá com ele fora do ambiente protegido? Como ele se comportará diante das figuras do seu passado? Ele conseguirá resistir? Permanecer limpo?

Uma cena em especial materializa tudo isso de maneira exemplar. Logo quando sai da clínica, Anders está dentro de um táxi e passa por um imenso e intenso túnel. Tudo se transforma em escuridão... Até que... A luz do sol volta a aparecer retumbante. Será?

O filme não apresenta nenhum tratado sociológico, nem muito menos transforma tudo num circo sentimental. Pelo contrário. Apenas acompanhamos o protagonista. E isso é tudo. Somos apresentados aos fragmentos de possíveis respostas. Fotos ali. Uma canção ao piano acolá. Telefonemas. Encontros. Desencontros. Somos aquilo que somos ou o que fomos? É possível dissociar o passado do presente? Quiçá do futuro? Pouco a pouco vamos compreendendo as dificuldades de convívio. Vamos entendendo o distanciamento do irmão. Tudo no final das contas é só medo. É só autodefesa. Instinto de preservação da espécie. Tudo é uma preparação para a perda.

Anders parece se diferenciar de todos os outros. A realidade afeta-o de uma maneira mais profunda e intensa que nos outros. O Vazio se apresenta mais irremediável. O passado é uma pedra pesada amarrada aos pés. Impossível tirar. Aquela pedra o acompanhará pelos restos de seus dias. Todos os outros personagens aceitam a miserabilidade de suas vidas. Anders não. Ele não se contenta. Os outros sim. Eles aceitam. Lá pelas tantas lembrei do Mito de Sísifo escrito pelo sempre fabuloso Albert Camus.

"O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia."

Sim. Anders já tentou o suicídio algumas vezes. Sempre fracassou em seu intento. Camus no livro nos apresenta o seguinte questionamento: Se a vida é isso aqui que vivemos, sem tirar nem por, a gente comete suicídio ou não? Se somos esse homem em busca de sentido em meio ao caos e o vazio de significado, será que a concretização desse absurdo exige o suicídio. Camus acredita que não. Exige revolta. Exige coragem para viver as contradições.

"Desde que o momento absurdo é reconhecido, ele se torna a mais angustiante de todas as paixões."



Anders opta pela melancolia pura e simples. Ela não se contenta, mas também não se revolta. Parece querer fugir do embate que é viver. Afinal, o que é a vida de cada um de nós quando vista de muito perto? O drama vivido pelo irmão intelectual diz muito sobre isso. Ele também é outro que parece fugir do embate. Refugia-se nas citações, nos livros, na mentira. Torna-se frio. Debochado. Sem empatia. Sem paixão. Camus acredita que somente da plena aceitação do absurdo podemos ter uma vida de verdade. E para chegarmos a esse estado precisamos de revolta, liberdade e paixão. Sim. Nada faz sentido. Estamos sozinhos como Macabéa’s numa cidade toda feita contra nós. Mas ainda assim, precisamos estar apaixonados, porque como diz Nelson Rodrigues; sem paixão não dá nem pra chupar um picolé.
 
Anders reconhece que nada mais faz sentido. Ele saca que estamos sozinhos num lugar inóspito. Ele não consegue mentir para si mesmo. E isso é o mais doloroso da trajetória dele. Ao final do filme, esperei o letreiro subir. Desliguei a TV. Deite-me. E novamente me veio Camus na cabeça:

"Se o mundo fosse claro, a arte não existiria."
 
SIIIIIIIM! 


Mateus Barbassa
Crítico de cinema, ator e diretor teatral.

19 mai/14

"We Are One": Música oficial da Copa

postado por Diogo Branco

Pitbull, Jennifer Lopez e Cláudia Leitte celebram a Copa do Mundo com a faixa "We Are One", oficial da Copa do Mundo 2014.


O hit é mistura de pop, rap e música eletrônica e traz a voz do rapper americano na maior parte da letra.
Gravado na Florida, o clipe conta com passistas de carnaval, trio elétrico, roda de capoeira, dentre outras alusões ao Brasil.
Confira:

17 mai/14

TV Feira do Livro - Mary del Priori

postado por Diogo Branco

Ana Maria Machado, escritora, professora, pintora e atual presidente da Academia Brasileira de Letras, não pode estar presente na décima quarta edição da Feira do Livro em Ribeirão Preto. Em seu lugar, a escritora e professora Mary del Priori conduziu um bate papo sobre temas como "A relação dos livros com a história das crianças e mulheres no Brasil", repleto de informações preciosas e curiosidades.



Para aqueles que não podem prestigiar a Feira do Livro pessoalmente, há solução: A TV Feira exibe vídeos de tudo o que acontece durante o evento, para que cada detalhe seja devidamente apreciado.Confira :

15 mai/14

Abertura da Feira do Livro

postado por Mateus Barbassa

A abertura oficial da 14ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto ocorre nesta quinta-feira, 15 de maio, em cerimônia noturna que será seguida da pré-estreia do mais novo espetáculo da Companhia de Dança Deborah Colker, Belle. Livremente inspirada no romance "Belle De Jour", do escritor francês Joseph Kessel e adaptado para o cinema por Luis Buñuel. A apresentação será realizada no Theatro Pedro II, às 21h 

14 mai/14

Kasimir Malevich

postado por Diogo Branco

Malevich sempre preferiu as formas geométricas mais básicas, como círculos, quadrados, e por isso sua arte foi considerada precursosa do minimalismo. 

Gerações de artistas foram influenciados pela ruptura que ele causou na arte figurativa. Malevich desprezava a ideia de arte como uma fantasia e suas pinturas foram uma negação total da arte figurativa, com o uso radical de apenas uma forma geométrica e uma só cor





Acima, os soldados em "A cavalaria vermelha".


Acima, a mais importante obra que ele criou, o "Quadrado Negro" (c.1930), pintado à mão livre. A tela consiste em um quadrado negro pintado sobre um fundo branco e foi exibida pela primeira vez pendurada no alto de um canto, como a imagem religiosa numa igreja ortodoxa russa.


Composição suprematista: branco sobre branco foi uma obra de arte revolucionária.

Kasimir Malevich nasceu no dia 26 de Fevereiro de 1878 em Klev ( URSS ), atual Ucrânia. Morreu  no dia 15 de Maio de 1935, na atual São Petersburgo, na Rússia.

Malevich - autorretrato.

14 mai/14

"Essa tal liberdade"

postado por Mateus Barbassa

Proposto pelo farofeiro Mateus Barbassa, o Apertando o Calo dessa semana tem como tema "Essa tal liberdade"

13 mai/14

Ângela Maria - Vida de Bailarina

postado por Diogo Branco

VIDA DE BAILARINA
"Obrigada pelo ofício/A bailar dentro do vício/Como um lírio em lamaçal/É uma sereia vadia/Prepara em noites de orgia/O seu drama passional/Fingindo sempre que gosta/De ficar a noite exposta/Sem escolher o seu par/Vive uma vida de louca/Com um sorriso na boca/E uma lágrima no olhar"

Hoje comemora-se o aniversário de Ângela Maria, a mezzo-soprano que se tornou a estrela mais reluzente da canção brasileira da década de 50. Com uma boa extensão vocal e respiração exemplar, a Sapoti conquistou de imediato o Brasil e seus trinados ajudaram a firmar a era do samba-canção e dos boleros.



Quando soube do aniversário dessa grande cantora, me veio à mente um episódio por mim vivido há pouco:
Dia desses recebi uma ligação de uma amiga que há muito tempo não vejo. Como sou conhecido pelos meus amigos (e pelos amigos dos meus amigos) como um bom “ouvinte” dos problemas alheios, não me espantei com sua primeira frase ao telefone: “Eu preciso desabafar”. Dentre as dezenas de problemas ditos nos primeiros cinco minutos, um deles envolvia a sua profissão. Cantora de banda de baile, ela me dizia estar vivendo sobre os palcos o que ela chamou de  “prostituição musical”, o que me fez rir. Eu explico: Ela não estava se envolvendo com nenhuma das canções do repertório, e mesmo assim, sorria e dançava pensando na grana que receberia ao final do show. Imediatamente, lembrei da canção “Vida de Bailarina”, de Angela Maria, e cantei um trechinho pra ela, um pouco antes dos créditos do meu celular acabarem (como de prache). A canção retrata os embates gerados pela mercantilização da vida afetiva através da encenação de uma mulher que negocia um espaço para trabalhar: Trata-se da personagem principal, uma bailarina em conflito, como revela o refrão:
"(...)Que ela é forçada a enganar, não vivendo pra dançar, mas dançando pra viver".
Que a vida de um artista é um circo todo mundo pode imaginar. Ensaios, shows, divulgações, e... contas pra pagar. É de se esperar que, por vezes, nosso trabalho se torne tão cansativo que o “prazer em fazer” saia dar uma voltinha. Fui saber mais tarde que a música de Angela Maria foi escolhida por ela exatamente num momento de sua vida em que ela vivenciava essa crise. Incrível como, quando um intérprete escolhe uma canção que reflete um pouco sobre sua vida ou que ao menos toque de alguma maneira sua alma, isso transparece ao público de uma maneira muito natural, o que facilita a interpretação e a entrega à música. Angela Maria soube interpretar essa canção como ninguém, se tornando, inclusive, a maior referência musical para Elis Regina (que posteriormente assumiu que a imitava no começo de sua carreira).
Hoje, dia do aniversário dessa grande cantora, deixo abaixo um vídeo que registra o encontro de duas vozes que ainda emocionam o Brasil:



11 mai/14

Associação Síndrome do Amor - Dia das Mães

postado por Diogo Branco

A Associação Síndrome do Amor, grupo de apoio à famílias com crianças com síndromes genéticas severas, surgiu em Ribeirão Preto a partir de uma emocionante história, envolvendo uma mãe e seu filho. E o Farofa Cultural faz desta história uma linda homenagem a todas as mães.
Confira:

09 mai/14

Você sabe dizer não ?

postado por Diogo Branco

Essa semana, o apertando o calo tem como tema "Você sabe dizer não?"




Equipe técnica:
Filmagens: Nelio Marques, Netinho Eneias, Francielly Flamarini
Captação de som e produção: Thiago Rodrigues
Direção artística: Toia Fonseca e Carol Piscitelli
Direção geral e edição: Diogo Branco

Agradecimento especial ao Centro Cultural Alto da Boa Vista, representado por Toia Fonseca, que genitlmente nos cede espaço para a gravação deste quadro.


08 mai/14

Filadelfia Dance

postado por Diogo Branco

O Farofa Cultural marcou presença no IV Filadélfia Dance, na última semana, e registrou todos os detalhes.
Foi uma inspiradora noite repleta de música e poesia que tomou conta do Theatro Pedro II, contagiando a todos os presentes. 
Confira: